Comparação

Alternativa ao MFIT

Quatro coisas que o MFIT não faz, e que ele mesmo documenta: bioimpedância, dieta, conta de equipe e página de evolução do paciente. Verificado nas fontes públicas deles em agosto de 2026.

Bioimpedância: zero. Nenhuma.

Procuramos por "bioimpedância" e por "InBody" no site institucional, no blog e nos artigos da central de ajuda do MFIT. Nenhuma ocorrência. Não é que a integração seja fraca: o assunto não existe no produto.

Se você tem uma balança de bioimpedância na sala, ou usa InBody, esse dado simplesmente não entra. No fatloss ele entra pelo CSV do próprio aparelho, com massa muscular esquelética, água corporal, gordura visceral, ângulo de fase e InBody Score.

Dieta: eles próprios dizem que não fazem

A central de ajuda responde, com todas as letras, que o aplicativo é exclusivo para personal trainers e seus alunos, e que por isso não há ferramentas de acompanhamento nutricional. A saída oferecida é um nutricionista parceiro subir o plano alimentar como arquivo.

Ou seja: o seu aluno recebe a dieta como PDF anexado, fora do fluxo, sem macro calculado e sem aparecer no acompanhamento. No fatloss a dieta é prescrição estruturada, com alimentos da tabela TACO e rascunho por IA, no mesmo lugar do treino.

Equipe e clínica: também não

Pergunta respondida na central de ajuda deles: ainda não há funções específicas para estúdios e academias. E os termos de uso pedem que a assinatura ilimitada não seja compartilhada entre profissionais.

Traduzindo para a sua rotina: se você atende dentro de uma clínica, cada profissional precisa da própria assinatura, e nenhum deles vê o paciente do outro. No fatloss médico, nutricionista e personal trabalham sobre a mesma avaliação, com papéis distintos.

Onze protocolos anunciados, seis publicados, um classificado errado

O material deles cita onze protocolos de dobras. A única lista pública que encontramos nomeia seis e termina com "entre outros". Os outros cinco você descobre assinando.

E na lista dos seis aparece "Siri e Brozek, 4 dobras", como se fosse um protocolo de coleta. Não é. Siri (1961) e Brozek (1963) são equações que convertem densidade corporal em percentual de gordura, aplicadas depois que um protocolo estima a densidade. São duas etapas diferentes do cálculo, e tratá-las como intercambiáveis sugere que o produto não modela essa distinção.

Nós publicamos as nossas equações por extenso, com os coeficientes, e mantemos duas implementações independentes (Go e TypeScript) em paridade por teste automatizado. Você pode conferir a conta. Lá você não pode.

A entrega ao aluno é um PDF que eles próprios não conseguem baixar

O resultado da avaliação sai como PDF. Existem dois artigos de suporte na central de ajuda deles sobre não conseguir baixar esse arquivo, um para o professor e um para o aluno, com a orientação de trocar de rede Wi-Fi porque o arquivo pode ficar pesado.

Não encontramos nada parecido com uma página pública de evolução com a marca do profissional. No fatloss o aluno abre um link, vê a evolução dele com a sua marca, e compartilha. É material de captação, não anexo de e-mail.

E a política de privacidade diz que eles não coletam dado sensível

A política de privacidade do MFIT afirma, textualmente, que a empresa não coleta dados sensíveis de seus usuários.

O produto armazena anamnese, PAR-Q, dobras cutâneas, composição corporal e fotos posturais. Dado referente à saúde é dado pessoal sensível pelo artigo 5º, inciso II da LGPD. Julgue você mesmo se a frase se sustenta, e o que isso diz sobre o cuidado com o prontuário dos seus alunos.

O que muda no fatloss

Bioimpedância InBody com import de CSV, sem redigitar. Dobras por Jackson-Pollock de 7 sítios ou Faulkner de 4, com as equações publicadas por extenso, incluindo os coeficientes e as limitações de cada método. Cálculo no servidor, com avaliação finalizada imutável e versionada. Prescrição de treino e de dieta no mesmo produto, com rascunho por IA nos dois. Página pública de evolução com a marca da sua clínica. E médico, nutricionista e personal atendendo o mesmo paciente, com isolamento de dados por clínica imposto no banco.

Onde eles ganham, e por que isso não resolve o seu problema

Sendo justo: o MFIT tem biblioteca com mais de mil vídeos de exercício, plano ilimitado por R$ 39,90 e distribuição enorme. Se o seu trabalho começa e termina em montar treino, fique com eles e economize.

Agora, se a avaliação faz parte do que você vende, nada disso ajuda. Vídeo de exercício não mede composição corporal, e preço baixo não compensa um software que não lê a sua balança, não prescreve dieta e não deixa a nutricionista da sua clínica ver o mesmo paciente.

Confira você mesmo

Cada afirmação desta página veio da documentação pública do próprio MFIT, consultada em agosto de 2026. Vá conferir na central de ajuda e nos termos de uso deles antes de decidir, e rode o checklist de nove perguntas nos dois fornecedores. Nós respondemos todas.

O MFIT não fala de bioimpedância e não faz nutrição. Se você precisa dos dois, comece pela calculadora de dobras, que é gratuita e roda as mesmas funções da avaliação real.

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