Para médicos
O peso caiu. E a massa magra?
Software de composição corporal para endocrinologista, nutrólogo e médico do esporte. Feito para quem precisa provar o que aconteceu com o paciente, não só registrar que aconteceu.
O problema que o mercado não resolve para você
Praticamente todo software desse setor no Brasil é construído para uma profissão só. Os de nutrição giram em torno do plano alimentar e tratam antropometria como aba secundária. Os de personal trainer giram em torno da prescrição de treino, e vários dos maiores não fazem bioimpedância de forma alguma.
O resultado é que o médico costuma acabar em um de dois lugares: usando um software desenhado para outra profissão, ou usando planilha. Nenhum dos dois preserva histórico de forma auditável.
A era do GLP-1 tornou a composição corporal obrigatória
Com agonistas de GLP-1, o peso cai rápido, e parte do que cai é massa livre de gordura. A balança sozinha deixou de responder a pergunta clínica relevante, que não é quanto o paciente perdeu, e sim o que ele perdeu.
Responder isso exige medida seriada, pelo mesmo método, com a curva de massa magra separada da curva de peso. É exatamente isso que o fatloss entrega: cada avaliação vira um ponto na série, e a evolução mostra peso, massa gorda e massa magra em gráficos distintos, para que perda de músculo não passe despercebida atrás de um número bom na balança.
Rigor de cálculo que dá para auditar
Os protocolos são nomeados e publicados: Jackson-Pollock de 7 dobras e Faulkner de 4 dobras, com conversão de densidade por Siri ou Brozek, e taxa metabólica basal por Mifflin-St Jeor, Harris-Benedict ou Cunningham. As equações estão escritas por extenso, com os coeficientes, em protocolos e fórmulas.
Isso não é praxe no setor. Ao levantar o mercado em agosto de 2026, encontramos concorrentes grandes que não publicam quais equações usam, e ao menos um que lista Siri e Brozek como se fossem protocolos de dobras, quando são equações de conversão de densidade aplicadas depois da coleta. Publicamos porque saber qual equação gerou um número é parte do ato de avaliar.
O cálculo roda no servidor, não no navegador, e a avaliação finalizada é imutável e versionada: correção gera versão nova com recálculo, e o histórico anterior permanece. Para prontuário, isso é a diferença entre um registro e um rascunho.
InBody sem digitar
O fatloss importa o CSV exportado pelo aparelho, incluindo massa muscular esquelética, água corporal, gordura visceral, ângulo de fase e InBody Score. No levantamento de mercado, os softwares que dizem ser compatíveis com bioimpedância em geral significam digitação manual, e a alternativa integrada é o ecossistema proprietário do próprio fabricante.
Dado sensível tratado como dado sensível
Percentual de gordura, dobras, anamnese e foto corporal são dado pessoal sensível pelo artigo 5º, inciso II da LGPD. No fatloss, imagem e laudo são servidos por URL assinada e expirável, nunca por link permanente. Tornar uma evolução pública exige consentimento explícito do paciente, revogável a qualquer momento. E o isolamento entre clínicas é imposto pelo banco de dados, por row-level security, não apenas por verificação no código.
Vale conferir isso no seu fornecedor atual, seja ele qual for: a data da última atualização da política de privacidade, se ela menciona a LGPD, se nomeia encarregado, e como as fotos dos seus pacientes são servidas.
Você não trabalha sozinho
O paciente de emagrecimento raramente é acompanhado por uma pessoa só. O fatloss permite que médico, nutricionista e personal da mesma clínica vejam a mesma avaliação, com papéis e permissões distintos, e o paciente acompanha tudo pelo aplicativo dele, sem precisar que ninguém exporte nada.
Teste o cálculo antes de falar com a gente: a calculadora de dobras cutâneas é gratuita, sem cadastro, e usa exatamente as mesmas funções que o produto usa.
Conhecer o fatloss